Se existem 11 artes, por que não desfrutarmos de todas?

Inicialmente esta lista apenas consistia de 7 artes, criadas num manifesto por Ricciotto Canudo em 1911, mas ao longo dos anos as coisas foram evoluindo e a lista foi aumentando, contendo atualmente 11 artes.

1ª arte: Música.

2ª arte: Dança/Coreografia.

3ª arte: Pintura.

4ª arte: Escultura.

5ª arte: Teatro.

6ª arte: Literatura.

7ª arte: Cinema.

8ª arte: Fotografia.

9ª arte: Arte Sequencial (BD).

10ª arte: Jogos de Computador e de Video.

11ª arte: Arte Digital.

Este blog foi criado para anunciar e divulgar a arte em todos os seus aspectos.

Sejam bem-vindos !

Chennai Express

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A arte do cinema...indiano

Recentemente tenho descoberto muito sobre o maravilhoso mundo da Índia.
Depois que li o livro A Maldição do Tigre, um novo caminho abriu diante dos meus olhos e foi então que descobri as cores, o ritmo, as lindas paisagens da Índia.
O cinema é adorável, cada filme mais interessante e meigo que outro. Claro que tem sua parcela de ação, aventura, mas, muita comédia romântica e com elas atores inesquecíveis, como meus  ídolos, Shahid Kapoor, ShahRuhk Khan ( que é um excelente diretor também), e atrizes __sempre lindas__Amrita Rao, Karenna Kapoor, Anushka Sharma,.
Dentre os muitos filmes que assisti não faltou irreverencia, dinamismo,uma boa dose de lugares inimagináveis, personagens desafiadores e que conquistam qualquer pessoa, sem contar a dança e a cultura indiana mostrada em detalhes em todos os filmes, de uma riqueza imensa.
As histórias são envolventes, sem precisar de apelar para a malícia, com um toque de comédia e muita, muita criatividade. 
Capa e Cartaz do filme Main Hoon Na - Estou aqui Agora 
Main Hoon Na- Estou aqui agora
Neste filme o diretor Khan é Ram, um oficial do exército que vai para escola como um aluno um pouco mais velho, desatualizado, confuso e com um tremendo rigor em educação, misturando-se com os jovens para proteger seu meio irmão e a filha rebelde de seu superior. Ele apronta mil, para tornar a garota que até então se vestia como homem, numa menina e não correr riscos, quando um terrorista está de olho nela e quer ao mesmo tempo conquistar o meio irmão e sua mãe que foram abandonados pelo pai, quando esse foi morar com a mãe de Ram.
Um filme para rir e chorar!
Capa e Cartaz do filme Milenge Milenge
Milenge Milenge
A história começa com uma cartomante que conta a Karenna Kapoor, que em 7 dias, num lugar onde há muita água ela vai encontrar o homem de sua vida, com quem vai se casar, ele não irá fumar ou beber ou mentir__quer dizer__o príncipe encantado néh?
E as coisas acontecem como dito__bem quase__quando o folgado Shahid kapoor, veste-se com uns amigos de mulher para irem numa festa no dormitório de uma amiga e...tem que se esconder entrando no quarto de Karenna e achando seu diário e lendo toda a história...imagina a confusão que isso vai dar.
É uma doce e  hilariante comédia.
Capa e Cartaz do filme Meu nome é Khan
Meu nome é Khan
Esse é demais!
Khan é um muçumano com síndrome de Asperger que vai morar em São Francisco trazendo toda sua bagagem cultural. Acaba se apaixonando e casando.
Carregando por onde passa uma carga de preconceito, depois de 11 de setembro e o ataque inesquecível, Khan é cruelmente separado de sua família, ele segue sua jornada de busca, superando obstáculos com otimismo e alegria levando sua bondade para os que souberem olhá-lo no coração!
Este filme é um espetáculo de humanidade!
Capa e Cartaz do filme Rab Ne Bana Di Jodi
Rab Ne Bana Di Jodi
Imagine o homem mais comum. Honesto, trabalhador, de coração puro, mas,sem graça, sem ritmo, sem cor, levando sua vida monótoma até que encontra seu oposto total, Anushka Sharma, uma dançarina, extravagante, irreverente e vivaz, para lhe deixar com o mundo de pernas para o ar.
O destino os une e ele terá que fazer de sua pacata vidinha em algo que a conquiste. Ele se vê apaixonado por ela e dizem que o amor é cego, mas quando se enxerga e exterior primeiro, é difícil atingir o fundo do coração...o que ele apronta, só assistindo mesmo. É muito divertido e não pense que lágrimas não vão rolar porque vai ter lugar pra elas!
São muitos os filmes é só dar uma boa garimpada na net e assisti-los porque são deliciosos!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Nova saga que chegou para arrasar...corações!

Acabei de ler um livro, que é mais uma aventura na India com dois gatos...quero dizer dois tigres!
A história que Colleen Houck trouxe em A Maldição do Tigre, deu uma renovada nas sagas que estão por aí, mesmo que seguindo seus passos bem de perto. Nada de vampiros ou anjos ou lobisomens ou lobos.
A bola da vez são lindos felinos conhecidos por Tigres.
Tudo começa com um rei e bruxo chamado Lokesh, uma traição na família real e é aí que entra  a mocinha da história, Kelsey __ com a qual simpatizei muito e cheguei a compará-la com a descontraída e confusa Suzannah da saga A Mediadora. Nossa heroína é apenas uma garota do Oregon procurando um emprego temporário e consegue-o em um circo, cuidando de animais como cães e um enorme e imponente tigre branco, chamado Dhiren, daí para a Índia é apenas uma questão de vôos certos e fuso-horários. Nada que um Sr. Kadam não possa realizar.
Kelsey   é surpreendida por Dhiren quando o tigre encantado se transforma em príncipe encantado (literalmente ) e com ele muitos segredos, muitas aventura afim de desfazer a maldição, que também atingiu o traidor kishan, o tigre negro, irmão de Dhiren.
Sem símdrome de Elena (TVD), pelo menos no primeiro livro que acabei de ler, Kelsey enfrentará muitos outros problemas e questões para resolver não só de seus dilemas, mas os recém adquiridos com a família realeza felina.
O livro é maravilhoso, trás várias aventuras, que já ouvi dizer que a Paramont Pictures vai pagar para gente ver e estou ansiosa para saber quando o 2º livro da série aparece por aqui, porque com certeza o filme ainda vai demorar um pouco e eu que já viciei nesses felinos!
Por enquanto são três os livros lançados, um apenas no Brasil até esse primeiro semestre de 2012 e espero novidades em breve, talvez até um quarto livro...por que não, já que ela acertou em cheio!






quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Eu vejo anjos...fuja se puder!

Danielle Trussoni trouxe até meu conhecimento uma nova visão sobre anjos,sem longinguos romances e sem caídos maldosos com síndrome de bonzinhos.
Se você espera que nesse livro os anjos caídos sejam príncipes encantados de beleza angelical, cuidado, pois a única beleza que encontrará neles é a fatal.
Os anjos caídos e seus herdeiros nefilins de Angelologia são uma espécie malévola que visam dominar os humanos e é aí que está a parte da história que diferencia-se das demais. A trama é envolvente que vai além da ficção levar o leitor á criar uma nova linha de pensamento sobre como e porque esses anjos estão entre os humanos e englobando mitologia, a ficção torna-se inesperadamente, obscuramente, cativante.
Danielle é incansavelmente detalhista e por vezes quase cheguei a desistir, mas a minha curiosidade e seu engendrar, me fez prosseguir e acabei por não me arrepender.
Angelologia é realmente o conhecimento dos anjos, não baseado na Bíblia, mas, anjos criados por essa americana, num mundo imaginário onde Evangeline, acredite, de dentro de um convento__
Ordem das Irmãs Franciscanas da Perpétua Adoração__faz descobertas incríveis com a ajuda de uma madre muito especial chamada Celestine e mais uma gama de personagens muito criativos, como o cruel nefilin Percival Grigori e a avó  de Evangeline, de muita personalidade  Gabriella digna de uma agente de Missão Impossível.
Por ser um livro surpreendente, totalmente diferente do que eu esperava com relação aos demais livros sobre anjos, Angelologia merece ser recomendado e dá só uma olhadinha na capa, que desculpe da conotação...é divina!
E como diz o booktrailler do livro:
__Os anjos estão entre nós. Reze para não cruzar com um!




                                              

“E apareceram dois homens à minha frente, muito altos, como eu jamais vira na Terra. Seus rostos brilhavam como o sol, seus olhos eram como lâmpadas e fogo saia de seus lábios. Suas roupas pareciam feitas de penas. Seus pés eram vermelho-escuros, suas asas, mais brilhantes que o ouro, e suas mãos, mais brancas que a neve.”
 – O livro de Enoque.

Editora Objetiva, 2010. 456 páginas.