Se existem 11 artes, por que não desfrutarmos de todas?

Inicialmente esta lista apenas consistia de 7 artes, criadas num manifesto por Ricciotto Canudo em 1911, mas ao longo dos anos as coisas foram evoluindo e a lista foi aumentando, contendo atualmente 11 artes.

1ª arte: Música.

2ª arte: Dança/Coreografia.

3ª arte: Pintura.

4ª arte: Escultura.

5ª arte: Teatro.

6ª arte: Literatura.

7ª arte: Cinema.

8ª arte: Fotografia.

9ª arte: Arte Sequencial (BD).

10ª arte: Jogos de Computador e de Video.

11ª arte: Arte Digital.

Este blog foi criado para anunciar e divulgar a arte em todos os seus aspectos.

Sejam bem-vindos !

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Épicos

 Acabei de assistir á um filme, por pura curiosidade e para satisfazer a perplexidade que um dos livros de Emily Brönte colocou aqui, bem na minha cabeça.
Por que uma  história de 1847, mexe com a cabeça e a imaginação de tantos autores de livros e filmes á ponto de estar relacionando-o, citando-o com tamanha frequência em suas obras?
Markus Zuzak, um dos meus autores preferidos, fez Ed kennedy ler o livro para uma senhora desconhecida por meses á fio; meu querido Stefan Salvatore também tinha um cópia em sua bolsa de couro á tira-collor para emprestar para doce Elena Gilbert em The Vampire Diaries; Edward Cullen e Bella já leram... e imagine quantos personagens mais. Assim sendo, SANTA CURIOSIDADE, afinal o que tem naquela fazenda, com uma casa imensa de pedras, chamada de O Morro dos Ventos Uivantes ?
Entre outras muitas versões em filme, essa que assisti é de 2010, com nosso Lord Voldemort
( Ralph Fiennes) fazendo maldades revestido do vingativo Heathcliff, o pequeno órfão,  principal protagonista da trama, que torna-se o grande vilão e única vitima da história, enlouquecendo de amor Cathy, podando a felicidade de todos á sua volta, inclusive a sua própria.
O livro é narrado por Nelly, uma serviçal que assistira toda a história desde que Heathcliff chegara a fazenda nos braços do patriarca da família Earnshaw,  conta detalhes cruéis dessa família, que acaba englobando  os vizinhos  Linton em sua desgraça.
O filme é bem ao pé da letra, uma vez que, é claro, no filme o tempo voa, e em cada linha do livro você consegue assustar-se com as atitudes e a mente de Heathcliff, quem torna tragicamente real a frase "Morrer de amor", mas, que deixa bem claro,nem a morte os separa!
"Se olho para essas lajes, vejo nelas gravadas as suas feições.! Em cada nuvem, em cada arvore, na escuridão da noite, refletida de dia em cada objeto, por toda a parte eu vejo a tuda imagem.! Nos rostos mais vulgares dos homens e mulheres, até as minhas feições me enganam com a semelhança. O mundo inteiro é uma terrível testemunha de que um dia ela realmente existiu, e eu a perdi para sempre.."
                                                                                     Heathcliff

                                                                                       

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